terça-feira, 26 de outubro de 2010

Viajantes do tempo - 4º capítulo

No capítulo anterior, K’lango está realmente apaixonada mas as coisas parecem não cooperar...

Depois de uma noite não tão boa assim, K’lango acorda com um trote de cavalos e sai de sua cabana. Então percebe que não é a única que já acordou. K’margo oferece um copo de leite que ela comprou na cidade... Você deve estar se perguntando: “Na cidade?”. Pois é! Os seis amigos foram parar na era medieval (isso explica os cavalos). Apenas Jujuba ainda estava dormindo. Não por muito tempo, até porque eles têm que procurar comida. Todos fazem um círculo e põem todo dinheiro que tinham no chão. Na soma, ficaria R$ 12,70 menos o dinheiro que K’margo teve que gastar para comprar leite. Os colegas não tinham muito dinheiro, estavam sujos, não tinham aonde dormir, ainda estavam com fome e havia a briguinha básica entre Toyn e K’lango que dividia o grupo...
Então Cleu acordou Jujuba e as duas mais Toyn foram procurar emprego. Mamuth, K’margo e K’lango foram ver o que conseguiam com aquele dinheiro. Surpreendentemente, a quinta pensão que eles visitaram tinha um quarto que custava R$20,00. Mas havia um problema: o quarto tinha duas camas de casal apenas. Tiveram que aceitar. O resto, eles pagariam quando Cleu, Jujuba e Toyn conseguissem um emprego.
Os amigos se encontraram na praça da cidade que, aliás, era bem humilde. Cleu e Jujuba conseguiram um trabalho na fazenda de um rabugento senhor. Já Toyn, conseguiu um trabalho na portaria de um hotel. Jujuba e Cleu conseguiram (de um jeitinho um tanto fácil) R$10,00. Finalmente, todos conseguiram almoçar na humilde pensão na qual Mamuth tinha conseguido um quarto. A dona, uma senhora de sessenta e três anos, viúva, era gentil e simpatizou com os rostos dos nossos aventureiros. Ela ofereceu lençóis, já que duas camas de casal não dariam para todos e um jantar caseiro que só custaria cinco reais. Cleu pergunta, rindo, se eles têm o dinheiro. Toyn responde que não e pergunta se eles poderiam pagar no
outro dia, quando receberiam seu segundo salário diário. A velhinha acena que sim.