sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Fireflight - For Those Who Wait (para aqueles que esperam)

"Outro dia um outro jogo de espera,
Um pouco diferente, mas ainda é o mesmo.
Estou aqui, mas onde está o único pelo que espero?
Estou tendo problemas: sinto-me sozinho.
Quando meu coração encontrar um lar,
Eu quero esperança, mas às vezes eu apenas não sei.
Eu sei que não sou o único.

(Refrão)
Então você canta uma canção de ninar
Hoje à noite, para corações solitários.
Deixe-O definir o seu coração em chamas!
Deixe-O te libertar!
Quando você está lutando para acreditar em um amor que você não pode ver.
Só sei que há um propósito
Para aqueles que esperam.

Eu quero abrir meus olhos.
Eu sei que o que eu preciso é de tempo.
Estou cada vez mais forte a cada dia.
Deus, eu vou levar a você agora
Todos os meus temores e dúvidas, vou deixar ir.
Eu não posso fazer isso sozinho
Então eu vou te dar o controle.
Eu sei que não sou o único.

A pressão faz-nos mais fortes.
A luta nos dá fome.
As duras lições fazem a diferença.
A pressão faz-nos mais fortes.
A luta nos dá fome.
As duras lições fazem a diferença
E a diferença que faz valer a pena.

Deixe-O definir o seu coração em chamas.
Isto é para aqueles que esperam!"

Cidadania

Cidadania. Oh palavrinha difícil de se cumprir. Uns juram que sabem o que ela representa. Outros, nem ligam. Não sou santa! Se respeito os outros? Acho que não tanto quanto gostaria de ser respeitada. Solidariedade? Acho que as coisas são como são: se eu tiver oportunidade, sinceramente, eu ajudaria mas o medo que sobrevoa nossas cidades nos impede de fazer o bem, nos impede de corrigir alguém com medo de represálias. Eu me preocupo com o bem-estar da minha família, amigos e etc, mas é por essa e outras razões que eu não ajudo qualquer mendigo na rua. Eles não querem ajuda, querem bebida, drogas para esquecer que estão com fome e que não têm aonde morar. Preconceituosa? Sim. Preconceito contra bêbados, sem-teto e favelados. A sociedade nos fez acreditar que esse tipo de pessoa nos fariam mal, como, algumas vezes, o fazem mas não é por isso que devemos exclui-los. Esses seres humanos não chegam a esse ponto de pará-quedas, tem sempre uma história, um motivo. Cabe a nós descobri-lo e agir.