terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

As escolas me lembrando o porquê do meu escrever

O almoço rebuscado do barroco me lembra a infância, quando pensava que fazia poesia e só rimava. O sonho romântico me faz lembrar um texto prosaico que perdeu a emoção e o rumo conforme foram passando os anos. Manuel Bandeira teria orgulho de como nunca usei métrica, embora não saiba que não era minha intenção. Parnasianos frios desdenhariam minhas palavras. Árcades desiludidos pela modernidade tecnológica se orgulhariam dos meus textos de criança sobre infrutescências fúteis. Mas eu não me prendo a opiniões que planejam consertar meus poemas porque escrevo o que me faz bem escrever e, se alguém simpatizar com o conteúdo das linhas, alegro-me, sem dúvida.