sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Desconcentração levando à interlocução

E aí, eu parei de fazer o trabalho! Abandonei a "importância" e virei quatro páginas desse caderno surrado. Mas o que escrever? Não dá vexame, ele ou ela (não sei) está olhando. Espera que esse texto leve à alguma reflexão profunda digna do gasto de tempo para lê-lo. Pois, desiste, leitor! Já vi que queres mesmo saber aonde essa interlocução - fantasmagórica - vai levar. Então, está muito bem! Acabei de pensar numa manhã daquelas que dá vontade de recordar. Eu gosto de manhãs assim porque a impressão que dá é que elas te abrem o olfato, fazem-te cheirar. De um perfume, duas mil coisas aparecem e não há sobrecarga - nem carga. Suavidade. Vontade de cantar e pôr as mãos pra fora do carro só por diversão. Daí, abro um sorriso como se sorrisse para Deus e O louvasse com cada expressão de uma manhã com cheiro de primavera. Já não é mais emoção. Tento reviver. Sabe quando acordamos na melhor parte do sonho e tentamos voltar? Pois, sim, do mesmo jeito. Enfim, espero que não tenhas te arrependido de chegar até aqui e, se aconteceu, há muitos outros que pouco se alegram com manhãs mornas de maravilhas minimizadas. "Trava-línguas a essa hora?". Bom dia!