segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Exalando arte

 O problema da confusão que fazemos com nossas vidas. Não percebemos que, muitas vezes, falta tão pouco.
Desenho de ociosidade. Imaginem poesia. Rostos de geometria e brisa.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Meio-dia

Meus dedos estão virando mães estéreis de poesia. Já não me encanta surpreender. Eu escrevo menos, mas olho para cima mais. Para cima mesmo, digo, o céu e a composição ao redor. Sorriso bobo e já transformo meu dia. O apoio para a cabeça do ônibus me acomoda. A mochila me aquece. O vento me sublima. E eu já não estou mais ali. O fim da linha é a integração. E o recomeço é o próximo ônibus que não vai ser o mesmo. Mas nem eu.

Munique

Ele nem se deu o trabalho de fingir que era um bom rapaz. Só um elogio e umas risadas já te fizeram pensar nele mais do que em si. E nem é bonito. O que ele é é esperto! Quase não dá para notar, mas está ali. Bem ali! Repare bem no discurso pouco pretensioso, muitas palavras, muitas piadas, depreciação de si mesmo sem pena de si mesmo, sorriso estampado e um último ingrediente: o elogio. Pronto! Aí está! E tu sais com um sorriso no rosto como quem encontrou o príncipe da tua vida, mas sabes que ele não é o ideal. Mesmo assim, pensas nele. Ele descobriu! Descobriu tudo! Mas está só, mesmo rodeado de pessoas, porque não deixa que se aproximem e que o mudem.

domingo, 19 de janeiro de 2014

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Meio chapéu não protege ninguém

Sinto pena de você achar que é a pessoa que queria ser.

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Lucas 21.36

"Vigiai, pois, em todo o tempo, orando, para que sejais havidos por dignos de evitar todas estas coisas que hão de acontecer, e de estar em pé diante do Filho do homem."

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

João Alexandre - Teus Mandamentos

Muitos aspectos

 Olhe só pra si! Olhe para tudo isso e para nós. E não somos nada, não é mesmo? Não diga que eu não avisei. Eu tomei um café hoje e me senti tão feliz. (risos) Um café! Dá pra imaginar o quanto eu sou ingênua? A minha voz não é muito diferente das outras. Perde-se entre as buzinas dos corações. Essas maquiagens, rebocos para velhas casas com estruturas pouco confiáveis. Essas crianças... Meu Deus, as crianças! Quanta doçura, quanta leveza. E os idosos, meu Pai! Quanta saudade, quanta realidade. Mas eu não sei a que ponto queria chegar com todos esses assuntos sem muita conexão, a não ser que você queira ver. Então, sorrio, porque é vaidade. Tudo é vaidade! E a gente ainda se preocupa.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Não gosta de ceticismo? Está ficando difícil acompanhar este blog

"Algumas pessoas se apaixonam pelo que podem suportar nas outras". Concluiu, mas não quis generalizar. Perguntou-me muitas vezes numa semana se realmente o que chamamos de amor, digo, quando alguém nutre um sentimento romântico por outra pessoa, é mesmo amor, porque percebeu que o processo era: achar alguém atraente e começar a cogitar uma aproximação. Daí, surgir a análise das coisas "boas" e "ruins" no outro e pesá-los se seria capaz de conviver com eles. Então, que é o amor? Sentimento arrebatador, inevitável, irreprimível? "Nem um animal", pensou, sarcástico. Mas eu não sei, colega. Nem desejo saber. De que adianta? Só vai nos esfriar ainda mais. Nós, que somos cubos de gelo nesse imenso copo com limonada. Por que não guarda tuas resoluções para quando tiveres um blog? Pelo menos, ninguém vai pensar que não tens sentimentos e ainda podes usar terceira pessoa do singular para não te expores.

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Newsboys - That Home (aquele lar)




"Havia um lar na cidade onde as crianças quebradas, achadas e perdidas viriam de quilômetros de distância só para ver o que o amor era. Porque mamãe tinha um jeito de fazer as coisas darem certo.
Ela cozinhava a nossa refeição favorita, sentava e ouvia o que sentimos. Oh, como a dor era real. Quantas famílias que o diabo roubaria. Mamãe tinha um jeito de fazer as coisas darem certo.
Naquele lar, sabíamos que estávamos seguros para sermos jovens o suficiente para sonhar, para encontrarmos a fé para crer. E, naquele lar, o amor não tinha fim. Foi lá que nós aprendemos a perdoar: naquele lar.
Mamãe sempre teve a música ligada. Às vezes, alta, às vezes, suave. Quando perguntei sobre sua canção favorita, ela abriu a Bíblia no livro de Salmos. Ela sempre dava um jeito de falar sobre a graça.
E, naquele dia, eu recebi a notícia de que essa estadia  de mamãe aqui estava quase no fim. Fiquei a noite toda ao lado dela, segurei sua mão, olhei em seus olhos e disse: Mamãe, quando você estiver no Lar, eu sei que você estará segura. Forte o suficiente para ver a fé que você acredita. Naquele Lar, a vida não terá fim. Eu sei que vou te ver de novo naquele Lar."

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Pule esse!

Todo mundo é feio por dentro! Vamos parar com essa hipocrisia de "ai, como vocês são superficiais"! Vamos tentar usar a sinceridade que - creio - é intrínseca para que sejamos menos enganados. Desabafo concluído com sucesso.