segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Não gosta de ceticismo? Está ficando difícil acompanhar este blog

"Algumas pessoas se apaixonam pelo que podem suportar nas outras". Concluiu, mas não quis generalizar. Perguntou-me muitas vezes numa semana se realmente o que chamamos de amor, digo, quando alguém nutre um sentimento romântico por outra pessoa, é mesmo amor, porque percebeu que o processo era: achar alguém atraente e começar a cogitar uma aproximação. Daí, surgir a análise das coisas "boas" e "ruins" no outro e pesá-los se seria capaz de conviver com eles. Então, que é o amor? Sentimento arrebatador, inevitável, irreprimível? "Nem um animal", pensou, sarcástico. Mas eu não sei, colega. Nem desejo saber. De que adianta? Só vai nos esfriar ainda mais. Nós, que somos cubos de gelo nesse imenso copo com limonada. Por que não guarda tuas resoluções para quando tiveres um blog? Pelo menos, ninguém vai pensar que não tens sentimentos e ainda podes usar terceira pessoa do singular para não te expores.