sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

João Alexandre - Mensageiro

Nesses caminhos que a gente não prevê

Paramos de viver ao nascer! Chocante! A primeira reação é a negação - e não exite em fazê-lo -, mas, se não quiser, não há motivo para ler. Enfim, a epifania é a seguinte: a primeira frase deste post e o seu desdobramento, ou seja, agonizamos enquanto pensamos que vivemos. Quando nosso corpo desiste de agonizar e pára - o que chamamos de morte - é que finalmente vivemos. Mas chega a ser digno de revolta: "pois morra, ou viva". Releve, leitor, este meu mórbido pensamento. "E com que intenção foi concebido?", indago como num estalo. Acho que para nos mostrar que estamos de passagem e o que de bom temos aqui não se compara à vida que teremos quando passarmos a viver.